Acidentes de trabalho em SC: duas mortes a cada três dias


Nas últimas semanas a mídia catarinense, trouxe à tona vários casos de acidentes de trabalho em empresas da região. Casos como o da cidade de Gaspar, onde trabalhadores tiveram os corpos queimados em uma caldeira de uma indústria têxtil após um juiz suspender a interdição de um fiscal do trabalho ou de Laguna, também em Santa Catarina, no qual dois trabalhadores morreram e um permanece na UTI ao limpar um tanque em uma indústria de alimentos, deixam claro a situação grave que o estado chegou em relação à segurança de seus trabalhadores.

Os números são realmente alarmantes, segundo informações em uma matéria do Diário Catarinense, Santa Catarina tem duas mortes por acidente de trabalho a cada três dias.

O estado tem a quarta maior concentração de mortes por acidentes de trabalho no país, pelos mais diversos motivos, quedas de altura, acidentes com veículos, explosões, esmagamentos, choques elétricos, entre outros.

Falando em números, em uma década de ocorrências, foram registrados 2.471 casos fatais com trabalhadores catarinenses entre 2005 e 2014, segundo o levantamento mais atual do Ministério de Saúde. São duas vidas perdidas a cada três dias.

Entre as cidades com maior número de acidentes que levam a óbito durante o trabalho, Joinville tem a maior fatia no período (184), seguida de Itajaí (95), Criciúma (78) e Blumenau (77).

Para piorar a situação, a fiscalização das condições trabalhistas deixa muito a desejar. O número de fiscais é ínfimo, atualmente são cerca de 60 auditores fiscais para todo o estado, sendo 50% para segurança e a outra metade para legislação. A região sul, por exemplo, onde aconteceram acidentes com mortes nos últimos dias, conta com um fiscal apenas. Falta fiscais para tanto trabalho. Aliado a isso, tem a falta de comprometimento das empresas em investir na segurança de seus trabalhadores, das quase 1.400 fiscalizadas em 2016 no estado, quase a metade foi notificada por irregularidades. Com diz Lucas Reis da Silva, chefe da segurança do trabalho da MTE-SC em entrevista exibida no G1 (SC), “Apenas fornecer Equipamentos de Proteção Individual não bata, pois, muitos acidentes acontecem com o trabalhador utilizando o EPI. A empresa precisa entender a segurança do trabalho como uma política a ser aplicada na empresa.” Ou seja, elas precisam investir urgentemente para tentar diminuir e minimizar os acidentes de trabalho em suas dependências e evitar ter suas linhas de produções interditadas pelos fiscais, o que gera um prejuízo financeiro considerável e leva, inclusive, empresas à falência.

Diante deste cenário, fica clara a importância das empresas contratarem profissionais gabaritados para realização de inventários, levantamentos e análises de risco de suas máquinas e equipamentos, adequações conforme às Normas Regulamentadoras do Trabalho, como NR12 e NR10, empresas especializadas com experiência e know-how que forneçam documentações corretas e regularizadas para serem apresentadas aos fiscais do trabalho, afim de evitar notificações e interdições, contribuírem para o crescimento econômico do país e o mais importante, garantirem a integridade física dos trabalhadores e salvarem vidas.

Veja alguns gráficos:

Fontes: dc.clicrbs.com.br, g1.globo.com/sc, reporterbrasil.org.br

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